A Caverna

Esta é a caverna, quando a caverna nos é negada/Estas páginas são as paredes da antiga caverna de novo entre nós/A nova antiga caverna/Antiga na sua primordialidade/no seu sentido essencial/ali onde nossos antepassados sentavam a volta da fogueira/Aqui os que passam se encontram nos versos de outros/os meus versos são teus/os teus meus/os eus meus teus /aqui somos todos outros/e sendo outros não somos sós/sendo outros somos nós/somos irmandade/humanidade/vamos passando/lendo os outros em nós mesmos/e cada um que passa se deixa/essa vontade de não morrer/de seguir/de tocar/de comunicar/estamos sós entre nós mesmos/a palavra é a busca de sentido/busca pelo outro/busca do irmão/busca de algo além/quiçá um deus/a busca do amor/busca do nada e do tudo/qualquer busca que seja ou apenas o caminho/ o que podemos oferecer uns aos outros a não ser nosso eu mesmo esmo de si?/o que oferecer além do nosso não saber?/nossa solidão?/somos sós no silêncio, mas não na caverna/ cada um que passa pinta a parede desta caverna com seus símbolos/como as portas de um banheiro metafísico/este blog é metáfora da caverna de novo entre nós/uma porta de banheiro/onde cada outro/na sua solidão multidão/inscreve pedaços de alma na forma de qualquer coisa/versos/desenhos/fotos/arte/literatura/anti-literatura/desregramento/inventando/inversando reversamento mundo afora dentro de versos reversos solitários de si mesmos/fotografias da alma/deixem suas almas por aqui/ao fim destas frases terei morrido um pouco/mas como diria o poeta, ninguém é pai de um poema sem morrer antes

Jean Louis Battre, 2010
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11 de março de 2013

Wikileaks: PSDB prometeu entregar o pré-sal aos norte-americanos


Telegrama enviado da embaixada americana para o Departamento de Estado dos Estados Unidos, vazado pelo Wikileaks, denuncia que Serra prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior.

“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo. Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.

“Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, teria dito o pré-candidato.

leia mais em Anonymous Brasil.com

23 de fevereiro de 2012

Anonymous e a guerra de informação digital




Guy Fawkes nunca pensou que sobreviveria a tantos séculos, e menos ainda que, mais de quatrocentos anos depois de suas andanças, a máscara que o representa se converteria em pleno século XXI no emblema daqueles que – desde os indignados até os guerreiros digitais do Anonymous, passando por toda a galáxia dos grupos antiglobalização – se opõem ferreamente à ordem de um mundo ultraliberal, depredador e indolente.

Este católico que, no dia 5 de novembro de 1605, quase conseguiu fazer voar pelos ares o Parlamento inglês com 30 quilos de pólvora, com o rei James I dentro, é o rosto oficial da revolta ocidental e, mais precisamente, o distintivo com o qual o grupo de hackers reunido sob a denominação de “Anonymous” se apresenta ao mundo. Suas ações já são parte da resistência permanente contra toda forma de violação de liberdade segundo os critérios com os quais Anonymous a entende.

Presente há vários anos na cena do hacking contestatório, Anonymous ganhou fama quando, em 2010, em plena ofensiva oficial contra o fundador do Wikileaks, Julian Assange, o grupo atacou as empresas multinacionais que tinham se somado ao boicote instrumentalizado pelo governo dos EUA contra todas as fontes de financiamento do Wikileaks: os portais de Amazon, PayPal, Visa, MasterCard e Postfinance, a filial dos serviços financeiros dos correios suíços, foram bloqueados pela operação Payback montada por Anonymous contra essas empresas que, sem ter nenhuma ordem judicial, trataram de impedir que o dinheiro chegasse a Wikileaks.

Era a primeira vez na história que se realizava uma ofensiva dessa magnitude não mais em nome do ciberanarquismo, mas sim em defesa de certa forma de liberdade.

Quem são e de onde vem esses valentes que ousaram penetrar as portas mais protegidas para ferir o coração do sistema? Frédéric Bardeau e Nicoals Danet, os autores de um destacado ensaio sobre Anonymous (“Anonymous: piratas informáticos ou altermundistas digitais?’), descrevem a influência desta galáxia sem hierarquia nem manual de instruções como “um movimento que modifica a relação de formas no interior da sociedade”.

De ação em ação, Anonymous instalou-se na paisagem política mundial e excedeu em muito a herança de seus pais culturais, a saber, toda a cultura contestatória norteamericana dos anos 70 perfeitamente representada por Stephen Wozniak, co-fundador da Apple, e Richard Stallman, o iniciador do projeto GNU.

Anonymous se plasmou em quatro operações muito ousadas. A primeira: os ataques contra a igreja da Cientologia, em 2008. A segunda: a ciberofensiva contra o escritório de advocacia Baylout, defensores dos direitos autorais da indústria do disco e do cinema nos Estados Unidos, e contra o portal da Motion Picture Association of America (MPAA), associação que o Anonymous persegue por suas “políticas excessivas” na proteção dos direitos autorais. Terceira: a intervenção a favor de Assange no que ficou conhecido como o primeiro episódio de uma autêntica guerra da rede. Coldblood, um dos porta-vozes do Anonymous, explicou então que a operação em defesa de Assange estava se convertendo em uma guerra, mas não uma guerra convencional. “É uma guerra de informação digital. Queremos que a internet siga sendo livre e aberta para todo mundo, como sempre foi”. O quarto episódio remonta ao dia 19 de janeiro, logo após o fechamento do site Megaupload e a prisão de seu criador, o multimilionário Kim Schmitz. Lançados dos quatro pontos cardeais do planeta, os ataques orquestrados por Anonymous bloquearam os portais do Ministério da Justiça dos EUA, da Casa Branca, da Warner, da Universal, do FBI, do organismo que supervisiona a internet na França, Hadopi, e a estrutura que administra os direitos de autor, a Sacem. Anonymous conseguiu inclusive penetrar no portal da presidência francesa e modificar as mensagens de boas vindas.

A quinta e última ação ocorreu há apenas alguns dias. Um grupo que se identificou como Anonymous divulgou a gravação de uma “reunião” telefônica entre o FBI e a polícia britânica, na qual se falava de ações contra os ciberativistas. Onde estão para conseguirem se meter nestas conversas tão íntimas? “Em todas as partes”, respondem Frédéric Bardeau e Nicolas Danet, os autores do ensaio sobre Anonymous. Estes dois especialistas observam que os Anonymous não são piratas propriamente, pois não roubam nada. Tampouco são “terroristas”, mas “um fenômeno muito mais vago cujo único fio condutor é a defesa da liberdade de expressão”. Bardeau e Nadet contam que, em certo momento, “a CIA tentou realizar um perfil dos simpatizantes de Anonymous: era tão indefinido que terminava apontando para a metade do planeta”.

Seu lema tornou-se realidade: “somos legião”. Neste sentido, Frédéric Bardeau destaca que os Anonymous não se enquadram em nenhum rótulo. “Não são nem anarquistas, nem sindicalistas revolucionários, nem marxistas. É um movimento pós-moderno, anônimo, planetário, descentralizado. Entre os Anonymous do Brasil, muito fortes e mobilizados contra a corrupção, e os da Áustria e Alemanha, todos antifascistas, não há unidade, mas sim denominadores comuns como a liberdade e a neutralidade da rede”. Diferentemente dos indignados ou de outros movimentos antiglobalização, Anonymous atua a partir do anonimato: não há partido político, nem fórum, nem cúpula, nem manifestação. Sua identidade física é a máscara de um militante católico britânico do século XVI e seus territórios são estes: irc.anonops.li, twitter@AnonOps, @AnonymousIRC, Facebook Anonymous, AnonOps.blogspot.com.

A origem do nome provém dos fóruns anárquicos 4chan (*). Neste portal norteamericano é fácil inscrever-se e cada participante recebe o pseudônimo de “Anonymous”. Estão em muitos lugares ao mesmo tempo, alguns são hackers aficionados, outros não, universitários, empregados, militantes de uma ou de muitas causas. Anonymous realiza a sua maneira o desejo não confesso de muitos cidadãos do planeta: colocar uma pedra na engrenagem da perfeição ultraliberal, abrir a cortina de sociedades ultrapoliciais que só protegem os interesses do poder. Nicolas Danet comenta que “Anonymous é um pouco como o voo dos pássaros migrantes. Formam uma massa que conhece o objetivo, mas um pássaro pode deixar o grupo a qualquer momento”. Os vídeos de Anonymous já são famosos, tanto pelo conteúdo como pela voz metálica que anuncia: “Somos legião. Não perdoaremos, não esqueceremos. Tenham medo de nós”.

(*) 4chan é um imageboard em inglês. Lançado em 1° de Outubro de 2003, seus sub-fóruns eram originalmente usados para postagem de imagens e discussão sobre mangás e animes. Os usuários geralmente postam anonimamente e o site já foi relacionado com subculturas da Internet e ativismo (Wikipédia)


Eduardo Febbro - De Paris
Tradução: Katarina Peixoto

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19644

25 de janeiro de 2012

Declaration de Independencia del Ciberspacio

Declaracion de Independencia del Ciberespacio from anonymous_co on Vimeo.



DECLARACIÓN DE INDEPENDENCIA DEL CIBERESPACIO
Por John Perry Barlow

Gobiernos del Mundo Industrial, vosotros, cansados gigantes de carne y acero, vengo del Ciberespacio, el nuevo hogar de la Mente. En nombre del futuro, os pido en el pasado que nos dejéis en paz. No sois bienvenidos entre nosotros. No ejercéis ninguna soberanía sobre el lugar donde nos reunimos.

No hemos elegido ningún gobierno, ni pretendemos tenerlo, así que me dirijo a vosotros sin más autoridad que aquélla con la que la libertad siempre habla. Declaro el espacio social global que estamos construyendo independiente por naturaleza de las tiranías que estáis buscando imponernos. No tenéis ningún derecho moral a gobernarnos ni poseéis métodos para hacernos cumplir vuestra ley que debamos temer verdaderamente.

Los gobiernos derivan sus justos poderes del consentimiento de los que son gobernados. No habéis pedido ni recibido el nuestro. No os hemos invitado. No nos conocéis, ni conocéis nuestro mundo. El Ciberespacio no se halla dentro de vuestras fronteras. No penséis que podéis construirlo, como si fuera un proyecto público de construcción. No podéis. Es un acto natural que crece de nuestras acciones colectivas.

No os habéis unido a nuestra gran conversación colectiva, ni creasteis la riqueza de nuestros mercados. No conocéis nuestra cultura, nuestra ética, o los códigos no escritos que ya proporcionan a nuestra sociedad más orden que el que podría obtenerse por cualquiera de vuestras imposiciones.

Proclamáis que hay problemas entre nosotros que necesitáis resolver. Usáis esto como una excusa para invadir nuestros límites. Muchos de estos problemas no existen. Donde haya verdaderos conflictos, donde haya errores, los identificaremos y resolvereremos por nuestros propios medios. Estamos creando nuestro propio Contrato Social. Esta autoridad se creará según las condiciones de nuestro mundo, no del vuestro. Nuestro mundo es diferente.

El Ciberespacio está formado por transacciones, relaciones, y pensamiento en sí mismo, que se extiende como una quieta ola en la telaraña de nuestras comunicaciones. Nuestro mundo está a la vez en todas partes y en ninguna parte, pero no está donde viven los cuerpos.

Estamos creando un mundo en el que todos pueden entrar, sin privilegios o prejuicios debidos a la raza, el poder económico, la fuerza militar, o el lugar de nacimiento.

Estamos creando un mundo donde cualquiera, en cualquier sitio, puede expresar sus creencias, sin importar lo singulares que sean, sin miedo a ser coaccionado al silencio o el conformismo.

Vuestros conceptos legales sobre propiedad, expresión, identidad, movimiento y contexto no se aplican a nosotros. Se basan en la materia. Aquí no hay materia.

Nuestras identidades no tienen cuerpo, así que, a diferencia de vosotros, no podemos obtener orden por coacción física. Creemos que nuestra autoridad emanará de la moral, de un progresista interés propio, y del bien común. Nuestras identidades pueden distribuirse a través de muchas jurisdicciones. La única ley que todas nuestras culturas reconocerían es la Regla Dorada. Esperamos poder construir nuestras soluciones particulares sobre esa base. Pero no podemos aceptar las soluciones que estáis tratando de imponer.

En Estados Unidos hoy habéis creado una ley, el Acta de Reforma de las Telecomunicaciones, que repudia vuestra propia Constitución e insulta los sueños de Jefferson, Washington, Mill, Madison, DeToqueville y Brandeis. Estos sueños deben renacer ahora en nosotros.

Os atemorizan vuestros propios hijos, ya que ellos son nativos en un mundo donde vosotros siempre seréis inmigrantes. Como les teméis, encomendáis a vuestra burocracia las responsabilidades paternas a las que cobardemente no podéis enfrentaros. En nuestro mundo, todos los sentimientos y expresiones de humanidad, de las más viles a las más angelicales, son parte de un todo único, la conversación global de bits. No podemos separar el aire que asfixia de aquél sobre el que las alas baten.

En China, Alemania, Francia, Rusia, Singapur, Italia y los Estados Unidos estáis intentando rechazar el virus de la libertad erigiendo puestos de guardia en las fronteras del Ciberespacio. Puede que impidan el contagio durante un pequeño tiempo, pero no funcionarán en un mundo que pronto será cubierto por los medios que transmiten bits.

Vuestras cada vez más obsoletas industrias de la información se perpetuarían a sí mismas proponiendo leyes, en América y en cualquier parte, que reclamen su posesión de la palabra por todo el mundo. Estas leyes declararían que las ideas son otro producto industrial, menos noble que el hierro oxidado. En nuestro mundo, sea lo que sea lo que la mente humana pueda crear puede ser reproducido y distribuido infinitamente sin ningún coste. El trasvase global de pensamiento ya no necesita ser realizado por vuestras fábricas.

Estas medidas cada vez más hostiles y colonialistas nos colocan en la misma situación en la que estuvieron aquellos amantes de la libertad y la autodeterminación que tuvieron que luchar contra la autoridad de un poder lejano e ignorante. Debemos declarar nuestros "yos" virtuales inmunes a vuestra soberanía, aunque continuemos consintiendo vuestro poder sobre nuestros cuerpos. Nos extenderemos a través del planeta para que nadie pueda encarcelar nuestros pensamientos.

Crearemos una civilización de la Mente en el Ciberespacio. Que sea más humana y hermosa que el mundo que vuestros gobiernos han creado antes.

Davos, Suiza. 8 de febrero de 1996

http://biblioweb.sindominio.net/telematica/manif_barlow.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Electronic_Frontier_Foundation

DMCA: https://www.eff.org/issues/dmca

23 de junho de 2011

#19J : Mensaje de Anonymous a la población española

#19J - Mensaje de #Anonymous a la población española. from Psicorp Blog on Vimeo.



Nos encontramos en un momento único en nuestra historia. El auge de la tecnología ha contribuido a una tasa sin precedentes de prosperidad para el mundo dotándonos de una red global de comunicación constante; una nueva era de saltos tecnológicos. Hemos recorrido un largo camino desde nuestras humildes raíces. Ahora, somos pioneros en las nuevas fronteras digitales, ampliando nuestro dominio del mundo cuántico a los confines del espacio.

Sin embargo, nuestro mundo se enfrenta a la crisis. Pobreza, violencia, corrupción o amenazas a la libertad personal. Como en otros tiempos de crisis, las viejas historias han comenzado a repetirse. Las medias verdades -esta vez repetidas cada noche en las noticias- hacen eco a través de los medios: nos dicen que el imperio es fuerte, que el cambio es poco prudente, que los negocios son la respuesta a todo. En tiempos de incertidumbre tratan de aumentar la confusión, para aprovecharse de nuestras inseguridades y temores. Tratan de mantenernos divididos para su propio beneficio. La estrategia toma muchas formas: izquierda y derecha, cristianos y musulmanes, blanco y negro, santo y pecador.

Pero algo inesperado está sucediendo. Hemos comenzado a contarnos unos a otros nuestras propias historias. Compartimos nuestras vidas, esperanzas, sueños y demonios. Cada segundo, día tras día, los detalles de nuestras vidas en esta tierra fluyen a lo largo del mundo. Empezamos a entender las consecuencias de nuestras acciones y el error de las viejas costumbres. Comenzamos a cuestionar los viejos paradigmas que dicen que estamos hechos para consumir -no para crear-, que el mundo es a nuestra semejanza, las guerras son inevitables y la pobreza ocurrirá siempre. A medida que aprendemos más acerca de nuestra propia especie una verdad fundamental ha sido redescubierta: No somos tan diferentes como pueda parecer. Todo ser humano tiene fortalezas, debilidades y emociones profundas. Anhelamos el amor, la risa, tenemos miedo a estar solos y soñamos con una vida mejor.

¡Debemos crear una vida mejor!

No puedes quedarte sentado en el sofá mientras esperas una revolución. Tú eres la revolución. Cada vez que decides no ejercer tus derechos, que te niegas a escuchar, que ignoras el mundo que te rodea o que gastas un euro en un negocio que no paga un salario justo contribuyes a la opresión humana. Pero tienes opciones. Tomar el camino fácil. El camino conocido de la sumisión. O la opción de levantarte, de salir a la calle y hablar con tu vecino. De uniros a nuevos foros para crear un cambio duradero y significativo para la raza humana.

Este es nuestro reto:

Una revolución pacífica. Una revolución de las ideas. Una revolución del arte. El siglo XXI como un siglo de iluminación. Un movimiento global para crear una nueva era de tolerancia, comprensión, empatía y respeto. Una época de desarrollo tecnológico sin trabas. De intercambio de ideas y de cooperación. De expresión artística y personal. Podemos optar por utilizar las nuevas tecnologías para un cambio positivo y radical o que estas sean usadas contra nosotros. Podemos mantener los canales de comunicación abiertos y excavar nuevos túneles hacia los lugares donde la información es todavía reservada. O podemos dejar que todo se cierre en torno a nosotros. A medida que avanzamos debemos reconocer la necesidad de información veraz y de un mundo verdaderamente democrático y libre. Tenemos que luchar para mantener Internet abierta como un foro de ideas donde todos se sientan y traten como iguales. Debemos defender nuestra libertad de aquellos que tratan de controlarnos. Debemos luchar por aquellos que aún no tienen voz.

El 19 de Junio comienza la revolución global. Salid a la calle y continuad contando vuestras historias. Todos deben ser escuchados.

#SpanishRevolution: Mensaje anónimo a los líderes mundiales

#SpanishRevolution / Mensaje anónimo a los líderes mundiales from Psicorp Blog on Vimeo.



TOMAREMOS LAS CALLES Y MARCHAREMOS ALLÁ DONDE SEA NECESARIO

El objetivo no era la puerta del Sol, eso era sólo una entrada. El objetivo siempre fue mucho, mucho más grande y aun no se han enterado de nada.

Vamos a liberar al mundo de la maldita caverna.

Este es un mensaje anónimo desde la revolución española para políticos, dictadores y plutócratas en todo el planeta:

¿Sorprendidos por la desobediencia a escala mundial?

Déjennos explicarles su delicada situación:

Hace millones de años que los seres humanos comenzamos a evolucionar. Desde entonces, nuestra especie ha transitado un camino oscuro y sangriento, que aislaba a los individuos condenándolos mediante la ignorancia a a vivir aterrorizados.

El conocimiento, la ética y el desarrollo tecnológico han estado siempre condicionados por las élites y sus guerras, que al igual que en la metáfora Orweliana, no han hecho más que perpetuar esquemas sociales verticales y oscurantistas.

Hemos llegado al siglo 21 de nuestra era, tras dos guerras a escala mundial, cargando sobre nuestras espaldas la posibilidad de conflictos nucleares con destrucción mutua asegurada. Anunciado el “fin de la historia” por sus supuestos economistas e intelectuales parecía más que nunca, que la posibilidad de buscar un orden más justo carecía de sentido. Creyendo que habían frenado lo suficiente nuestro desarrollo racional, nos permitieron llevar adelante un modelo de progreso cuyo objetivo nunca fue más que hacerles aun más ricos y poderosos.

Sin embargo, no contaron con que el verdadero espíritu humano rechaza doblegarse siempre.

Mientras ustedes creían conquistarnos definitivamente a golpe de shock económico, nuestra especie ha evolucionado nuevamente. Usando sólo la fuerza de la cultura y la libertad, hemos reutilizado los recursos tecnológicos que nacieron de nuestro genio y que ustedes sólo nos proporcionan con intenciones consumistas. Así hemos actualizado, mejorado e inmunizado nuestra fuerza, operatividad y eficacia. Absorvemos sus propias tácticas, técnicas e imaginario para dar forma a nuestros propios medios, sueños y retos.

Hoy, la revolución pacífica se extiende por todo el planeta como un desafío a su opresión y a su intento descarado por acallar la libertad de expresión. Por fin, la información ha superado la mása crítica, explotando en un crisol de voces cuyos nuevos anhelos y necesidades no pueden ser cubiertas por su anticuado paradigma.
Ahora, interconectados humana y digitalmente, formamos una enorme conciencia colectiva. Puede que sus medios corporativos silencien lo que ocurre, pero ya no podrán engañarnos nunca más. Pueden detener temporalmente algunos nodos pero el proceso continuará imparable y transformador.

Ya no importa qué medidas tomen para intentar contrarrestarlo: cuanta más violencia, censura y obstáculos pongan en nuestro camino, más exhiben su debilidad.

De todos los lugares de la tierra, con ideas diferentes y de todas las condiciones, existieron, existen y existirán mujeres y hombres que se oponen a la pretensión de gobiernos que no sean verdaderamente democráticos, justos y solidarios.
Tras milenios de sufrimiento, nuestra especie se ha puesto en pie y ya nada volverá a ser igual.

Su juego totalitarista toca a su fin. Pero la historia, amigos, no ha acabado: empieza ahora.

Aquí, en España, tomaremos las calles y marcharemos dónde sea necesario.

Recuerden, el cambio está sucediendo, con, o sin ustedes.

La gente no debería temer al gobierno. El gobierno debería temer a su gente.

Nosotros somos el pueblo. Nosotros somos el único sistema.

Somos anónimos. Somos legión. No olvidamos. No perdonamos. Esperadnos.

Sindegate: Mensaje de Anonymous a la clase política española

SINDEGATE: Mensaje de Anonymous a la clase política española. from Psicorp Blog on Vimeo.



Transcripción:

"La ley Sinde ha sido rechazada.
Aunque se deba al desacuerdo político, es una evidente victoria del pueblo y su lucha.
Y una evidencia de vuestra debilidad.
Queríais aprobar una ley introducida por intereses corporativos extranjeros sin que nadie se enterase.
Os ha salido MAL.
Queríais defender el bolsillo de unos pocos frente al derecho humano a la cultura, el cual es un derecho inalienable.
Y os ha salido MAL.
Queríais censurar la difusión de la cultura, solo porque ha quedado fuera de vuestro control y en manos del pueblo.
Os ha salido MAL
Habéis quedado en evidencia por defender un modelo que va en contra de los ciudadanos y que pretende mantener un statu quo que trata la cultura como una mercancía.
En el mundo moderno os veis obligados a competir con el arte e ingenio de la gente, que os supera exponencialemente.
Esa es vuestra pesadilla, pero es nuestro nirvana. Un mundo donde la información no tenga barreras y el éxito dependa de la integridad y calidad de los contenidos. Valores de los que vosotros carecéis.
Es legal y lo seguiremos haciendo.
Ya habéis amenazado. Sabemos que volveréis con medias similares. Puede que incluso sean peores.
Pero esta vez deberíais saber que las cosas han cambiado.
Lo sabemos todo y os estamos vigilando.
Somos legión.
No olvidamos.
No perdonamos.
Esperadnos."

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"The law has been rejected Sinde.
Though due to political disagreement, is a clear victory for the people and their struggle.
And evidence of your weakness.
You wanted to pass a law introduced by foreign corporate interests and none would know.
You have gone wrong.
You wanted to defend the pockets of a few against the human right to culture, which is an inalienable right.
You have gone wrong.
You wanted to censor the dissemination of culture, just because it has been out of your control and in the hands of the people.
You have gone wrong.
You have been exposed in the defend a model that goes against citizens and seeks to maintain a status quo who treat the culture as a commodity.
In the modern world you has been forced to compete with the art and innovation of the people, wich is exponentially.
This is your nightmare, but it is our nirvana. A world where information has no barriers and success depends on the integrity and quality of content. Values that you lack.
It is legal and we will continue doing it.
You have already threatened. We know you will return with similar choices. May even be worse.
But this time you should know that things have changed.
We know everything and we're watching you.
We are legion.
We do not forget.
We do not forgive.
Expect us. "